Começamos com as trombetas
o som vindo da máquina maldita
como se demônios fizessem colheitas
no meio de uma manhã esquisita
pouco depois, reviravolta
mas nada espetacular
em constante revolta
sempre a me espionar
sempre a especular
sem pestanejar
de um modo peculiar
vêm me atormentar
me atrapalhar
preciso colocar as idéias no lugar
muitas coisas pra editar
ela, sempre a me ajudar
me ensinou o que é amar
também o que é perdoar
me fez forte
sem me fazer lutar
me fez sentir o gosto pela morte,
a vontade de matar
um lado psicológico sem sorte
que preciso disciplinar
Sem mais eu me despeço,
desculpe não ser tão ético
tentando ser poético,
mas essa é a vida
de um Menestrel Cibernético

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