Mais futilidade...
Quantas palavras,
de retorno e renovação.
Todas sem validade
servirtam para alimentar meu ego
minha vaidade
todas vãs
e desprovidas de propriedade
até essas rimas de agora
que em questão de qualidade
são de fato fracas.
Mas o que consigo por ora.
senti o peso da idade
nesse hiato entre posts
aquela data que nunca é novidade,
mas que não me chama tanta atenção
desde que minha verdadeira idade
cabia nos dedos de uma só mão.
As vezes parece tão fácil
a poesia, a rima
olho uma palavra
e busco uma obra-prima.
Mas nem sempre é assim...
Tudo nos leva ao fim...
Sem mais eu me despeço,
nem peço mais desculpas
pois seria anti-ético,
então um simples Boa noite
do cada vez menos poético.
Menestrel Cibernético
Hoje me pequei pensando sobre pássaros, tantos humanos lutam para prendê-los e eu perdi o sono para soltar um deles que estava na minha sala, se debatendo, pobre filhote, fugindo do predador, eu, sem o auxílio da mãe, longe do ninho, sozinho.....
Sim, agora em prosa e verso....
